
“Nem tudo é o que parece. Em estética o que parece é. Nem tudo o que luz é ouro. Quem vê caras não vê corações. Não há bela sem senão.”
Estes ditos populares são a expressão da sabedoria de um povo que já não vai em cantigas, embora apareçam muitas “Donas Brancas” de quando em vez. É a vida …com as certezas e os enganos de todos nós.
Esta pintura "Não Há Bela Sem Senão" faz parte do período da representação espacial onde procurei realçar a perspectiva, e que aqui retrata uma fachada de um prédio tão comum na cidade do Porto. Durante esta fase, o rigor geométrico das formas e da composição nasceu pelo desejo de descobrir, como é meu timbre, novos caminhos pictóricos.
E vos deixo com as palavras de Francisco Quevedo, in Antologia Poética e um excerto do poema “Desenganado da Aparência Exterior”:
Estes ditos populares são a expressão da sabedoria de um povo que já não vai em cantigas, embora apareçam muitas “Donas Brancas” de quando em vez. É a vida …com as certezas e os enganos de todos nós.
Esta pintura "Não Há Bela Sem Senão" faz parte do período da representação espacial onde procurei realçar a perspectiva, e que aqui retrata uma fachada de um prédio tão comum na cidade do Porto. Durante esta fase, o rigor geométrico das formas e da composição nasceu pelo desejo de descobrir, como é meu timbre, novos caminhos pictóricos.
E vos deixo com as palavras de Francisco Quevedo, in Antologia Poética e um excerto do poema “Desenganado da Aparência Exterior”:
Desenganado da Aparência Exterior Com O Exame Interior E Verdadeiro
“Vês tu este gigante corpulento
que solene e soberbo se reclina?
Pois por dentro é farrapos e faxina,
e é um carregador seu fundamento…”
Pois por dentro é farrapos e faxina,
e é um carregador seu fundamento…”