
Conheci gente e gente. Um mar de gente. Recordo com saudade uns, e outros, gostaria de os esquecer. Das pessoas que me marcaram, assinalo familiares que partiram e que me deixaram um vazio; tenho presente os amigos que, apesar da distância e do tempo, continuam fiéis ao espírito da camaradagem e do saber respeitosamente dialogar na diferença; estão comigo, no meu íntimo, professores e colegas que paulatinamente me presentearam com gestos de cortesia; agradeço aos que, pela minha postura, me consideraram merecedores do conviver, nem que fosse pontualmente. A esses, só posso estar grato, por ter usufruído, de momentos comuns.
Tenho nomes que um dia irei desvendar. A minha família será, obviamente, a primeira referência. E se falo deles é porque os pintores têm, através dos tempos, pintado os seus. Também eu pintei o meu círculo em diferentes momentos. Picasso pintou os filhos ainda bebés. Eu também pintei os meus.
Só gosto de pintar amigos e pessoas que me são próximas. A pintura, para mim, tem de ser o melhor ofício dos ofícios e para que assim seja - as pessoas de quem gosto - participam do e no meu trabalho.
Tenho nomes que um dia irei desvendar. A minha família será, obviamente, a primeira referência. E se falo deles é porque os pintores têm, através dos tempos, pintado os seus. Também eu pintei o meu círculo em diferentes momentos. Picasso pintou os filhos ainda bebés. Eu também pintei os meus.
Só gosto de pintar amigos e pessoas que me são próximas. A pintura, para mim, tem de ser o melhor ofício dos ofícios e para que assim seja - as pessoas de quem gosto - participam do e no meu trabalho.