
O Verão está à porta. O calor já começa a chegar e o desejo das festanças também. Um pouco por todo o lado, o bom povo procura a brisa do mar ou os comes-e bebes acompanhado pela música do costume. De banda em banda se assiste ao cortejo e à simbologia da festa. E assim com sonoridade, calor e muitos aromas se faz a história das vidas por aqui. Em 2010. Nas festas populares.
Esta pintura em tela é mais uma representação do encanto que a se assiste quando a banda passa. É um ritual sempre chamativo, sempre cativante, sempre desejado. A simplicidade é a fórmula mágica que faz perpetuar modos e posturas. O que é genuíno tem esse dom. E foi esse modo de contemplar a banda a passar que este meu trabalho procurou vincar.
Ambiente com alguma fantasia e cores quentes fazem esta obra, onde o jogo de luzes e sombras ocupam um lugar relevante.História da Minha Pintura.
Hoje lembrei-me das palavras de Victor Hugo, in “Contemplações”:
“O homem é uma prisão em que a alma permanece livre.”
Esta pintura em tela é mais uma representação do encanto que a se assiste quando a banda passa. É um ritual sempre chamativo, sempre cativante, sempre desejado. A simplicidade é a fórmula mágica que faz perpetuar modos e posturas. O que é genuíno tem esse dom. E foi esse modo de contemplar a banda a passar que este meu trabalho procurou vincar.
Ambiente com alguma fantasia e cores quentes fazem esta obra, onde o jogo de luzes e sombras ocupam um lugar relevante.História da Minha Pintura.
Hoje lembrei-me das palavras de Victor Hugo, in “Contemplações”:
“O homem é uma prisão em que a alma permanece livre.”




