
Não quero, não devo, não sei. Sinceramente não sei. Não sei falar do que faço. Apenas e só quero dizer através das cores, das formas e da minha sensibilidade o que penso, como penso e porque penso assim. Detesto a violência, a arrogância e a ingratidão. Detesto tantas coisas e amo tantas coisas. Amo os meus, o meu trabalho e o ainda estar vivo.
Este espaço terminará no dia em que tiver a consciência do negativismo das questões. O lado mau está presente em muito lado. Aqui não quero. Aqui sou eu, os sonhos, os desejos e o conceito de belo. E vos deixo com umas linhas do Gillo Dorfles in Oscilações do Gosto:
“ Se o nosso comportamento para as obras de arte do passado muda com a modificação da nossa atitude perceptiva e dos nossos condicionamentos ambientais, não devemos descurar o facto de que muito frequentemente o que faz mudar o nosso comportamento perante obras de arte contemporâneas pode ser o aparecimento de novas técnicas e de novos media…”





